domingo, 6 de agosto de 2017

Troca de notebook e muitos problemas com os arquivos

Meu notebook decidiu morrer há dois meses, em Bogotá, na véspera da minha apresentação no congresso. Só não tive um siricutico porque o material que eu precisava estava disponível em repositórios virtuais, mas mesmo assim foi um sufoco. Quando voltei ao Brasil, levei o equipamento para a assistência técnica e o valor cobrado pelo conserto foi tão absurdo que me fez desistir. O pior é que encontrei várias reclamações sobre o mesmo defeito do notebook Samsung nas redes (problemas com a tela) e entre ter um dia de fúria ou encarar comprar um equipamento de outra marca, escolhi a segunda opção. Levei semanas pesquisando, analisando o custo-benefício, comparando os preços e levando bronca da minha filha mais velha por querer algo baratinho e não melhor do que o equipamento antigo. A decisão demorou quase dois meses, mas foi tomada quando ela perguntou se eu ia "comprar outro peso de papel", enquanto apontava para o falecido que realmente estava servindo de peso para alguns documentos. Comprei um equipamento melhor (um Dell Inspire) e comecei a epopeia de transferência de arquivos, instalação de programas e ajustes nas configurações. Acho que vou levar uns dois meses para concluir tudo e não estou exagerando: hoje passei o dia todo tentando transferir os arquivos de uma pesquisa enorme que estava no software Atlas TI (dezenas de documentos e quatro anos de dados coletados com as análises). Segundo o site do fabricante, basta criar uma "copy bundle", salvar o arquivo e descompactar na máquina de destino, só que nem a pau, Juvenal! Salvei o tal arquivo dezenas de vezes, mudei a extensão, o destino, a mídia, o nome, a reza, o descarrego e nada de funcionar! Fiquei louca, tive falta de ar, crise de ansiedade e dor de cabeça. Felizmente, o marido supôs que poderia ser um problema de mídia física (eu estava tentando a transferência com pendrive) e colocou o tal arquivo no repositório virtual. Fiz o download (que demorou décadas para finalizar) e o babado funcionou perfeitamente. Amém!!! Mais uns dois sustos como esse e vou ter que me aposentar porque certamente o piripaco vai ser cabuloso...

Um comentário:

Rogerio Souza disse...

Confesso que tenho um certo prazer por equipamentos novos. Formato, vez ou outra, minhas máquinas para que fiquem mais rápidas, reorganizo tudo, vou tirando o que é antigo e ajustando o novo. Mas concordo que é uma complicação isso tudo de escolher. Não tenho dinheiro para errar nessas escolas. Falei dessas aventuras lá nos meus blogs educativos.

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